- Contribuir ativamente na construção de uma cultura organizacional que privilegie e promova o bem-estar, a segurança e a saúde dos trabalhadores;
- Desenvolver e implementar programas de promoção do bem-estar e da qualidade de vida no trabalho;
- Desenvolver e implementar programas de formação dos trabalhadores em áreas ligadas à gestão do stress, ao work-life balance, estilos de vida saudável, alimentação saudável, higiene do sono, cessação tabágica, literacia em saúde mental, etc.;
- Implementar programas de formação e desenvolvimento de lideranças que promovam saúde, satisfação e engagement das suas equipas;
- Desenvolver programas de gestão de conflitos;
- Conduzir programas de coaching de saúde (centrado na gestão/redução do stress, controlo da ansiedade, recuperação do burnout, vítimas de assédio, suporte a eventos/acontecimentos traumáticos, auto cuidados, etc.)
- Implementar programas de coaching de desenvolvimento de competências de carreira;
- Implementar programas centrados no desenvolvimento e coesão e eficácia das equipas;
- Promover a mediação e resolução de conflitos;
- Implementar programas para a prevenção e ou redução do abuso de substâncias;
- Realizar programas de regulação emocional;
- Promover programas para prevenir o assédio no local de trabalho;
- Implementar programas de desenvolvimento de estratégias de coping saudáveis dos colaboradores;
- Fazer treino de relaxamento e técnicas de controlo da ansiedade;
- Realizar estudos e avaliações sobre níveis de satisfação, clima organizacional, etc.;
- Fazer análise e redesenho das funções;
- Intervenção em situações de emergência ou de crise;
Texto retirado do livro "Avaliar, intervir e prevenir os riscos psicossociais: práticas e recomendações" coordenado por Samuel Antunes e Anabela Pereira, publicado pela Ordem dos Psicólogos Portugueses.
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