Do ponto de vista psicológico, existem emoções naturais e fisiológicas que aparecem em todas as pessoas com um importante substrato biológico. Elas podem ser a alegria, o medo, a ansiedade ou a raiva, entre outras. Essas emoções são agradáveis ou desagradáveis, nos mobilizam para a atividade e tomam parte na comunicação interpessoal. Portanto, essas emoções atuam como poderosos motivadores da conduta humana.
Não obstante, as emoções podem ter um importante papel no bem estar psicológico ou nos estados doentios. Portanto, as emoções influem sobre a saúde e sobre a doença através de suas propriedades motivacionais, pela capacidade de modificar as condutas saudáveis, tais como os exercícios físicos, a dieta equilibrada, o descanso, etc., conduzindo muitas vezes para condutas não saudáveis, como o abuso do álcool, tabaco, sedentarismo, etc
http://gballone.sites.uol.com.br/psicossomatica/raiva.html
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Doença Psicossomática - Desvende esse mistério e saia do estresse
Os gregos já entendiam que existia uma ligação entre a psique e o soma. Uma relação entre corpo e mente capaz de garantir a saúde ou a doença dos indivíduos. Se a tranqüilidade, aliada ao equilíbrio emocional, é capaz de garantir muitos anos de uma vida sem comprometimentos ou doenças físicas, o estresse, em doses homeopáticas no nosso dia-a-dia, é capaz de destruir ou comprometer tanto nosso equilíbrio emocional como semear nossos campos para o surgimento de muitas doenças.As Doenças Psicossomáticas podem ser definidas por perturbações, cuja queixa vem acompanhada de alterações clinicamente constatáveis, ou seja, são doenças causadas ou intensificadas por razões emocionais.Estas doenças não são imaginadas pelas pessoas ou mesmo criadas, elas são o resultado da má administração do estresse e seus desdobramentos. Todos nós sofremos diariamente uma carga de pressão considerável que, com o tempo aprendemos a suportar e conviver. Essa pressão pode tanto nos impulsionar para realizar nossas tarefas e cumprir metas como, dependendo de sua intensidade, gerar desconforto e uma série de reações orgânicas nitidamente reveladoras.Muitas pessoas não se dão conta ou conhecem muito pouco seus limites de estresse. São capazes de ultrapassá-los com tanta facilidade como se isso fosse um sinal de força, dedicação e determinação. Será que isso é verdadeiro?Ultrapassar limites envolve recursos emocionais, discernimento, ponderação, confiança, determinação, reconhecimento dos sentimentos negativos, dentre outros fatores, além de preparo físico, boa saúde, cuidado com a alimentação, descanso e prática de exercícios físicos leves e regulares. Ultrapassar limites não deveria ser uma prática, mas uma circunstância. Será que nos preparamos de fato para ultrapassar nossos limites com tanta freqüência?A resposta é não Não temos claro o que representa ou mesmo o que é o tal estresse e o que ele pode nos causar. Achamos que conosco nunca vai acontecer nada, somos diferentes e não estamos de fato correndo tanto risco assim.Muitas das doenças conhecidas nascem nas dores emocionais e não estamos falando de fatos impactantes como perder um ente querido, um trabalho, separação, mas, sim, de tensões, irritações e frustrações do dia-a-dia que excedem o razoável. Aquele estímulo negativo insistente e diário como passar horas trânsito, fazer refeições com pressa no meio do local de trabalho, tratar de trabalho enquanto se alimenta, pular refeições, não ter hora para sair do escritório, exercer tarefas com graus comprovados de tensão e não obedecer aos descansos indicados, além de dormir pouco e não descansar, não fazer exercícios leves regulares, fumar e beber, dentre outros, são chamados estímulos estressores que podem nos conduzir as doenças psicossomáticas. Entendemos por estímulo estressor é todo e qualquer estímulo que seja capaz de provocar o surgimento de um total de respostas orgânicas, mentais, psicológicas e comportamentais, relacionadas com alterações fisiológicas. Analisando a nossa rotina, seremos capazes de identificar uma série de estímulos estressores com os quais convivemos e já nos adaptamos de alguma forma. Estes estímulos já fazem parte de nossa vida e, no momento, não são capazes de causar grandes transtornos. Cada pessoa é capaz de suportar um tanto de estresse no seu dia-a-dia, mas se este limite ou suporte estiver muito estreito, qualquer situação nova, positiva ou não, pode levar este indivíduo a se comprometer física e psicologicamente. Alguns exemplos clássicos das Doenças Psicossomáticas são: asma brônquia, hipertensão arterial essencial, psoríase, reto colites ulcerativas, alergias, gastrites, câncer, dentre tantas outras. As doenças psicossomáticas nascem no silêncio de nossas rotinas, nas frustrações, angústias, ansiedades e tristezas que podem nos acompanhar em todos os dias das nossas vidas. Felicidade e saúde são objetivos que se constroem todos os dias, com realizações simples e atos pequenos a nosso favor, como: ouvir uma boa música (no carro que seja), não exagerar na comida, tomar um sorvete andando na rua em um dia quente, sair mais cedo de casa para não pegar tanto trânsito, ligar para um amigo que faz tempo que não vemos, chegar do trabalho e dar uma caminhada, tentar dormir mais cedo, ser pró-ativo e não deixar que os problemas cresçam de maneira angustiante e tentar ter paciência com a vida.Somos muito mais competentes do que imaginamos para nos proteger e nos realizar. O que precisamos é acreditar nisso.Silvana Martani é psicóloga da Clínica de Endocrinologia da Beneficência Portuguesa de São Paulo
http://www1.uol.com.br/bemzen/ultnot/geral/ult491u170.htm
http://www1.uol.com.br/bemzen/ultnot/geral/ult491u170.htm
respostas comportamentais ao stresse e as suas relações com a sintomatologia psicopatológica em adultos
Resumo
Com o objectivo de analisar as diferenças de género nas respostas comportamentais ao stresse e as suas relações com a sintomatologia psicopatológica, foi estudada uma amostra de 200 adultos, 100 homens e 100 mulheres, com uma média de idades de 27,31 (DP = 9,03) e 30,18 anos (DP = 10,66), respectivamente. Os resultados obtidos indicaram que os homens relataram mais respostas de luta ou fuga e níveis mais elevados de sintomatologia depressiva e agressiva, enquanto que as mulheres relataram mais respostas de oferta de protecção e procura de afiliação. Independentemente do género, as respostas comportamentais de fuga associaram-se positivamente com a sintomatologia depressiva e agressiva e, apenas no caso dos homens, as respostas de luta relacionaram-se com todas as dimensões de agressividade, excepto a desconfiança. Os resultados obtidos foram discutidos com base nos modelos explicativos neste âmbito e as suas implicações para o manejo dos problemas emocionais e comportamentais na idade adulta.
http://www.psicologia.com.pt/artigos/ver_artigo_licenciatura.php?codigo=TL0068&area=d5
Com o objectivo de analisar as diferenças de género nas respostas comportamentais ao stresse e as suas relações com a sintomatologia psicopatológica, foi estudada uma amostra de 200 adultos, 100 homens e 100 mulheres, com uma média de idades de 27,31 (DP = 9,03) e 30,18 anos (DP = 10,66), respectivamente. Os resultados obtidos indicaram que os homens relataram mais respostas de luta ou fuga e níveis mais elevados de sintomatologia depressiva e agressiva, enquanto que as mulheres relataram mais respostas de oferta de protecção e procura de afiliação. Independentemente do género, as respostas comportamentais de fuga associaram-se positivamente com a sintomatologia depressiva e agressiva e, apenas no caso dos homens, as respostas de luta relacionaram-se com todas as dimensões de agressividade, excepto a desconfiança. Os resultados obtidos foram discutidos com base nos modelos explicativos neste âmbito e as suas implicações para o manejo dos problemas emocionais e comportamentais na idade adulta.
http://www.psicologia.com.pt/artigos/ver_artigo_licenciatura.php?codigo=TL0068&area=d5
Doença Psicossomática
Artigo na psicologia.com.pt
http://www.icb.ufmg.br/lpf/revista/revista1/volume1_estresse_doencas_psi.htm
Estresse e as doenças psicossomáticasAna Paula Tolentino Cabral, Janice Fernandes Luna, Karla Nataly de Souza, Lilian de Melo Macedo, Maria Gorete Antonia Mendes, PauloAlexandre Silveira2005Revista de Psicofisiologia (www.icb.ufmg.br/lpf/revista/index_revista.htm) Idioma: Português do Brasil Palavras-chave:
Resumo
1) INTRODUÇÃO
As doenças psicossomáticas surgem como conseqüência de processos psicológicos e mentais do indivíduo desajustados das funções somáticas e viscerais e vice-versa. Caracterizam-se as possibilidades de distúrbios de função e de lesão nos órgãos do corpo, devido ao mau uso e ao efeito degenerativo, e descontroles dos processos mentais. Diferenciam-se neste ponto das doenças mentais, em que o mau desempenho não é opcional.
Distúrbios emocionais desempenham papel importante, precipitando início, recorrência ou agravamento de sintomas, distinguindo das doenças puramente orgânicas. Porém, elas podem se transformar em doenças crônicas ou ter com um curso fásico. Tendem a associar-se com outros distúrbios psicossómaticos. Isso pode ocorrer numa família, em diferentes períodos da vida de um paciente ou em certos ambientes de trabalho e até de lazer. Mostram grande diferenças de incidência nos dois sexos. Assim, asma é duas vezes mais frequente nos meninos do que nas meninas, antes da puberdade, depois, é menos comum nos homens do que nas mulheres. A úlcera do duodeno manifesta-se mais em homens, e a doença de Basedow, mais em mulheres.
http://www.icb.ufmg.br/lpf/revista/revista1/volume1_estresse_doencas_psi.htm
Estresse e as doenças psicossomáticasAna Paula Tolentino Cabral, Janice Fernandes Luna, Karla Nataly de Souza, Lilian de Melo Macedo, Maria Gorete Antonia Mendes, PauloAlexandre Silveira2005Revista de Psicofisiologia (www.icb.ufmg.br/lpf/revista/index_revista.htm) Idioma: Português do Brasil Palavras-chave:
Resumo
1) INTRODUÇÃO
As doenças psicossomáticas surgem como conseqüência de processos psicológicos e mentais do indivíduo desajustados das funções somáticas e viscerais e vice-versa. Caracterizam-se as possibilidades de distúrbios de função e de lesão nos órgãos do corpo, devido ao mau uso e ao efeito degenerativo, e descontroles dos processos mentais. Diferenciam-se neste ponto das doenças mentais, em que o mau desempenho não é opcional.
Distúrbios emocionais desempenham papel importante, precipitando início, recorrência ou agravamento de sintomas, distinguindo das doenças puramente orgânicas. Porém, elas podem se transformar em doenças crônicas ou ter com um curso fásico. Tendem a associar-se com outros distúrbios psicossómaticos. Isso pode ocorrer numa família, em diferentes períodos da vida de um paciente ou em certos ambientes de trabalho e até de lazer. Mostram grande diferenças de incidência nos dois sexos. Assim, asma é duas vezes mais frequente nos meninos do que nas meninas, antes da puberdade, depois, é menos comum nos homens do que nas mulheres. A úlcera do duodeno manifesta-se mais em homens, e a doença de Basedow, mais em mulheres.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Livro de Wilheim Reich
Ontem na Fnac descobrium livro editado pela Leia S.A. escrito por Wilheim Reich intitulado "Zé ninguém".
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